OZONOTERAPIA ALGARVE

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Bases terapêuticas

Efeitos  terapêuticos do ozono


O Ozono possui propriedades tais como:

  • É um potente analgésico e anti-inflamatório.
  • Têm um alto poder bactericida e germicida.
  • Regula o stress oxidativo celular (antioxidante, anti radicais livres "free radical scavangers")
  • Modula a actividade auto imune
  • Aumenta o metabolismo em geral com maior perfusão de O2 nos tecidos.
  • Activa o sistema circulatório.


Efeitos comprovados a nível metabólico:


  • Oxidação das coenzimas NADH e NADPH.
  • Oxigenação a nível mitocondrial.
  • Aumento do 2,3 difosfoglicerato.
  • Oxidação de gorduras insaturadas.
  • Hidrosolubilização das gorduras liposoluveis.
  • Aumento da granulação e epitelização.
  • Oxidação das células tumorais.
  • Aumento dos hematocritos.
  • Diminuição de VSG.
  • Dissolução do colesterol, triglicerideos e outras gorduras.
  • Aumento das HDL.




O Ozono no Stress Oxidativo


Um radical livre é qualquer átomo ou molécula que tem na sua última camada um ou mais electrões sem par.
Em condições normais as células metabolizam 95% do oxigénio até água, sem formação de radicais tóxicos (02 + H2O = 2 H2O) (redução tetravalente), mas os restantes 5% pela via da redução univalente produz três radicais livres muito tóxicos: o anião super óxido, o hidroxilo e H202 (este no é RL no sentido estrito).
Os três são altamente reactivos com os componentes estruturais básicos das células podendo em situações de desequilíbrio ou produção incontrolada reaccionar com:


  • Ácidos nucleicos (produção de tumores e doenças auto-imunes).
  • Proteínas (alteração permeabilidade iónica das membranas celulares).
  • Carbohidratos (patologia secundaria na diabetes, nos processos devido ao fumo do tabaco e em geral onde o ácido hialurónico existe em concentrações anormais, por exemplo, nas doenças reumáticas e nas cataratas.
  • Lípidos (peroxidação lipídica, aterogénese) produzindo modificações na estrutura lipídica de todas as membranas celulares.


Qualquer destes substratos pela acção de um radical livre a qualquer momento pode romper-se em múltiplas fracções, formando sempre como subproduto pelo menos um radical livre.


A produção de espécies reactivas do oxigénio ou radicais livres:

o anião super óxido (0-2) e o radical hidroxilo (OH-), juntamente com outras espécies relacionadas, como singlet de oxigénio, e peróxido de hidrogénio (H202) que não são radicais livres no sentido estrito são essenciais em numerosos processos biológicos normais tais como reacções enzimáticas da cadeia respiratória, reacções desintoxicantes do cito cromo P450, fagocitose, inflamação, reacções de foto sensibilização, géneses de prostaglandinas e leucotrienios desde o metabolismo do ácido araquidónico.
Como vemos estes RL são necessários e por sua vez podem ser altamente tóxicos. O aumento não controlado destes produtos está relacionado com a etiopatogenia de uma ampla variedade de doenças, por excesso de radicais livres, as doenças degenerativas e com o fenómeno fisiológico do envelhecimento.
O controlo do excesso de RL corresponde ao normal funcionamento dos nossos sistemas enzimáticos antioxidantes celulares:


  • Super óxido dismutase
  • Catalase
  • Glutatião peroxidase


Estes três sistemas formam a maior defesa antiradical. Temos então que, um excesso de radicais livres (oxidantes) ou uma falha nas defesas enzimáticas capaz de opor-se ao excesso de RL traz como consequência o desenvolvimento de múltiplos processos patológicos, fundamentalmente as doenças de carácter degenerativo: Alzheimer, Parkinson, Artrose, etc.
O envelhecimento não é mais que um desequilíbrio a favor dos mecanismos de oxidação devido a que os sistemas antioxidantes de defesa estão deprimidos.
O ozono estimula os mencionados sistemas enzimáticos anti-oxidantes protectores contra a acção das espécies reactivas ou metabolitos do oxigénio.


Precisamente a presença nas células normais do organismo de adequados sistemas antioxidantes é o que permite que sejam invulneráveis à acção do ozono. Contudo, os germes e as células cancerígenas que não têm sistemas anti-oxidantes podem ser eliminados baixo o efeito directo do ozono, não dos seus metabolitos.
Existem abundantes experiências, tanto em animais como em ensaios clínicos, que demonstram a actividade estimuladora do ozono sobre os sistemas enzimáticos celulares, como por exemplo: na de diabetes, na isquémia por má perfusão dos rins, na peritonite, entre outras.


Existem inúmeros trabalhos acerca do stress oxidativo e acção do ozono, que demonstram actividade estimuladora do sistema imune anti cancro e anti envelhecimento(anti-aging).

http://www.healingcancernaturally.com/ozone-cancer-treatment.html



Acção Germicida

 
O Ozono é o melhor germicida natural que se conhece.
Potente efeito bactericida, anti-vírico, anti-fungico, esporos, e em alguns insectos. Esta capacidade germicida, associada ao poder de cicatrização e regeneração dos tecidos, que o converteu num excelente tratamento de feridas durante a 1ª guerra mundial.
Esta qualidade germicida dá-nos uma grande segurança na sua administração, já que não há riscos de sépsis nem infecção local, problemas sempre a ter em consideração, quando se fazem infiltrações de corticóides e/ou juntamente com outros produtos.


Acção Revitalizante


O ozono, utilizado correctamente, pode revitalizar os sistemas de defesa naturais das células, de potenciar a sua função protectora das espécies químicas agressivas e, em particular dos radicais livres.

Esta actividade de excepcional importância é devida principalmente à estimulação dos processos enzimáticos de base que condicionam a correcta nutrição das células, a capacidades de produzir espécies moleculares condicionadas à produção de energia celular, e à melhora das funções gerais das células humanas.


Melhora a circulação sanguínea


Depois do tratamento com ozono, o sangue melhora a sua capacidade para circular através dos micro capilares mais estreitos, melhorando assim a micro circulação.
Para além disso, os eritrocitos desagregados e suavizados são mais capazes para absorver e transferir oxigénio, entre outros factores, pela maior superfície de contacto livre e deformabilidade. A pressão do oxigénio arterial aumenta e a pressão de oxigénio venosa diminui, melhorando a oxigenação celular. Observa-se um aumento no 2,3 DPG (Difosfo Glicerato), o que facilita a troca de oxigénio retido na oxihemoglobina e nos glóbulos vermelhos.


Potenciador do sistema imunitário


 Sob o efeito dos metabolitos do O3, evidencia-se um aumento na proliferação e actividade dos linfocitos e macrofagos, assim como aumentos nas interleucinas, citoquinas e imunoglobulinas.